segunda-feira, 12 de agosto de 2013

VEJA ESSAS MENSAGEM



Marcus Tullius Cicero, 63 A.C., filósofo e estadista romano, em defesa de Titus Annius Milo:

"E certamente, senhores, existe uma lei, escrita em lugar nenhum porém inerente aos nossos corações; uma lei que nos vem não por treinamento ou costume ou leitura mas por derivação e absorção e adoção da própria natureza; uma lei que veio a nós não da teoria mas da prática, não da instrução mas da intuição natural. Me refiro a lei que declara que, se nossas vidas são postas em perigo por entrigas ou violência ou ladrões armados ou inimigos, qualquer e todo método de proteção nossa é moralmente correto. Quando armas as reduzem ao silêncio, as leis não mais exigem que alguém aguarde seus pronunciamentos. Pois pessoas que decidem aguardar por estes terão de aguardar a justiça também-- e enquanto isso, eles deverão sofrer injustiça primeiro. De fato, mesmo a sabedoria da própria lei, por um tipo de implicação tácita, permite a defesa pessoal, porque ela na verdade não proibe que homens matem; o que ela faz, ao invés, é proibir o porte de uma arma com a intenção de matar. Quando, portanto, uma inquisição passa além da mera questão da arma e começa a considerar o motivo, um homem que tenha usado armas em defesa própria não é visto como as tendo portado com uma intenção homicida." 
[Cicero, Selected Political Speeches 79-81, (trad. M. Grant 1969)]

Horácio, 42 A.C., após luta ao lado de Brutus em Philippi: 

"Mas minha pena jamais irá golpear sem uma provocação ninguém na terra, pois ela me protege como uma espada mantida na bainha. Porque devo eu jamais sacá-la se nenhum criminoso me ataca? Júpiter, Pai e Rei, que minha arma possa permanecer sem uso e pereça da ferrugem, e ninguém me fira." 
[II Sat. I, 39 ff., em Horace, Satires and Epistles 24-25 (trad. J. Fuchs 1944)]

Cornelius Tacitus, 116 D.C., historiador romano em 'Os Anais da Roma Imperial': 

"Quanto mais corrupto um governo, maior o número de leis".
[Tacitus: The Annals of Imperial Rome (trad. M. Grant 1956)]

Niccolò Machiavelli, 1531, em 'Discursos sobre os Dez Primeiros Livros de Titus Livy': 

"Se uma cidade é armada e disciplinada como Roma era, e todos os seus cidadãos, igualmente em ofício privado e público, tem a chance de pôr do mesmo modo sua virtude e o poder do destino à prova da experiência, será constatado que sempre e em todas as circunstâncias eles serão da mesma opinião e manterão sua dignidade da mesma maneira. Mas, quando eles não estão familiarizados com armas e meramente acreditam no capricho do destino, não na sua própria virtude, eles mudarão com as mudanças do destino..."

[Machiavelli, Discourses 492 (trad. L. Walker 1970)]
Niccolò Machiavelli, 1532, em 'O Principe': 

"As principais fundações de todo estado, estados novos assim como os antigos ou compostos, são boas leis e boas armas; e porque você não pode ter boas leis sem boas armas, e aonde há boas armas, boas leis inevitavelmente seguem, eu não deverei discutir leis mas sim dar minha atenção às armas."[pg 77]

" [U]ma república que tem seus próprios cidadãos armados se submete menos facilmente a soberania de um de seus cidadãos do que uma república armada por forças estrangeiras." 
" Roma e Esparta foram por muitos séculos bem armadas e livres. Os suiços são bem armados e apreciam grande liberdade." [ pg 79]

"Você está condenado ao infortúnio se você estiver desarmado porque, entre outras razões, pessoas o desprezarão [...]. Simplesmente não há comparação entre um homem que está armado e um que não está. É irracional esperar que um homem armado deva obedecer um que esteja desarmado, ou que um homem desarmado deva permanecer salvo e seguro quando seus servidores estiverem armados." [pg 88]

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